quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Estudo aponta que consumo de oleaginosas ajudam a prolongar a vida

Artigo publicado pela revista médica The New England Journal of Medicine, acompanhou 30 mil pessoas por um período de 30 anos e constatou que com o consumo regular de oleaginosas, como nozes, amêndoas, castanhas, entre outros,  menor era a probabilidade de morte dessas pessoas durante o estudo.

Os indivíduos que consumiam oleaginosas uma vez por semana mostraram ser 11% menos propensos a morrer durante a pesquisa, consumo de até quatro porções semanais foi associado à redução de 13% do número de mortes e o consumo de um punhado de oleaginosas por dia reduziu em um quinto a taxa de mortalidade, quando comparados aos indivíduos que nunca as comiam.

Charles Fuchs, o principal responsável pela pesquisa, explicou que houve redução de 29% de mortes por doença cardíaca e redução de 11% no risco de morte por câncer e que as oleaginosas parecem colaborar na redução dos níveis de colesterol, inflamações e resistência à insulina.

A pesquisa constatou também que, em geral, pessoas que consomem oleaginosas possuem um estilo de vida mais saudável, se exercitam mais, fumam menos e são menos obesas. Este fato foi considerado durante o estudo, porém foi verificado que seria pouco provável que apenas o fator ‘estilo de vida saudável’ tenha impacto suficiente para alterar os resultados da pesquisa.

A nutricionista Victoria Taylor, da British Heart Foundation, organização não-governamental britânica que faz pesquisas e campanhas de conscientização sobre males cardíacos, apontou que mais estudos são necessários para comprovar a relação entre longevidade e consumo de oleaginosas e lembrou que estas podem ser boas substitutas para doces e chocolates, mas sempre priorizando aquelas simples, sem sal, açúcar ou coberturas.

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