terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Histórico das mudanças no perfil de consumo de gorduras

Até 1950: Maior parte da gordura consumida é de origem animal, proveniente da banha, leite carne e manteiga.

A partir de 1950: Consumo de óleos vegetais hidrogenados que contêm gordura trans, mas com menor teor de gordura saturada. O aconselhamento nutricional de peritos da saúde avaliou inicialmente a substituição de gorduras animais por vegetais como mais saudável. Incentivo também ao consumo de gordura poli-insaturada como forma de prevenção a doenças cardiovasculares.

A partir de 1990: Questionamentos sobre os efeitos da gordura trans na saúde e a utilização de óleos vegetais hidrogenados.

A partir de 2003-2004: Produtos sem gordura trans. Crescem significativamente os investimentos em pesquisa e produção de gorduras vegetais com teor reduzido de gordura trans e gordura saturada. Margarinas, por exemplo, incorporam uma série de qualidades como vitaminas A, D e E, gorduras poliinsaturadas, redução das quantidades de gordura saturada e eliminação da gordura trans. Variações nas regulações nacionais na definição de “0% gordura trans”.
 

Fonte: DAVID, Marília Luz; GUIVANT, Julia S. A gordura trans: entre as controvérsias científicas e as estratégias da indústria alimentar. Política & Sociedade, Florianópolis, v. 11, n. 20, p. 49-74, abr. 2012.

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